

A única soberania que existe hoje no Brasil é a do
narcotráfico.
Eles mandam. O governo obedece — ou finge que não vê.
Enquanto o Estado fala em “defesa da soberania nacional”,
o crime organizado domina comunidades, financia campanhas e dita regras.
O governo? Prefere o silêncio.
Recusa-se até a chamar o narcotráfico de terrorismo.
Por quê?
Porque isso permitiria enfrentar o crime com força real.
Mas o governo tem medo — medo de contrariar seus próprios aliados ideológicos.
No INSS, o rombo cresce.
Os culpados são blindados.
O cidadão é quem paga a conta.
É sempre o mesmo roteiro:
Quando o povo se revolta, o governo debocha.
Quando o povo pede ordem, o governo fala em diálogo.
Quando o povo quer justiça, o governo responde com discurso.
O resultado está aí: o Brasil refém do narcoterrorismo,
da impunidade e da covardia política.
Quem trabalha é punido.
Quem destrói, é protegido.
Soberania? Só a do crime.
E a conivência vem de cima.
Tavinho Sá Leitao.