

Resultado da pesquisa
Uma pesquisa Quaest encomendada pela Genial Investimentos entrevistou 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, entre os dias 5 e 9 de fevereiro de 2026.
82% dos entrevistados concordam que o STF deve adotar um código de ética e conduta para ministros.
Apenas 10% discordam, 1% nem concordam nem discordam, e 7% não souberam ou não responderam.
O que isso significa
A ampla maioria da população vê a criação de um código de ética como algo necessário para o STF — uma medida que poderia aumentar transparência, integridade e confiança pública na mais alta corte do país.
Contexto político e institucional
O presidente do STF, Edson Fachin, tem defendido a criação do código de ética como uma prioridade de sua gestão e já nomeou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta dentro da própria Corte.
Há discussões e controvérsias internas: recentemente uma reunião para debater o código foi cancelada, e alguns ministros demonstraram divergências sobre o tema.
No Congresso, também tramita uma PEC proposta pela deputada Adriana Ventura (Novo-SP) para incorporar a exigência de um código de ética para ministros do STF diretamente na Constituição.
Esse debate tem ganhado força em meio a críticas públicas sobre condutas e possíveis conflitos de interesse envolvendo ministros da Corte, o que aumenta a pressão por regras mais claras de conduta no Judiciário.
Tavinho Sá Leitao
Midia Livre